quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

O 3º Grande Barraco Mundial

A primeira coleguinha a apoiar Sarky (para os íntimos) foi Angela Merkel. Quase da mesma altura, a alemã tomou as dores do vizinho e deixou os dois países, pela primeira vez na história, do mesmo lado da batalha. Para acertar as contas, ela sugeriu uma disputa de bandeirinha, mas a ideia não foi muito bem recebida entre os meninos.



Depois, Espanha, Portugal e Itália aderiram à frente. O presidente Lula, mesmo preferindo uma ‘boa ideia’ ao champanhe que Sarkozy insiste em servir em todas as suas visitas, resolveu “fechar” com o companheiro, apenas 3 centímetros mais baixo. E colocou os soldados brasileiros à disposição para o combate, já que ele, pessoalmente, provavelmente estaria muito ocupado em visita a algum país distante.

Como não manda em nada e nem ninguém, a Rainha Elisabeth II apenas prometeu proteção incondicional aos irlandeses, que conquistaram o apoio real de Dinamarca, Suiça e Coreia do Sul, além de Noruega, Finlândia e Suécia, não classificados para a Copa do Mundo.

Um homem de paz, Obama tirou o dele da reta e preferiu deixar os Estados Unidos em cima do muro. Pelo menos enquanto fosse possível. Japão, China e Coreia do Norte ainda não manifestaram seu apoio a nenhuma das partes. Comenta-se nos bastidores que os orientais se associaram a Pinky e o Cérebro, e querem que o ocidente se exploda para enfim poderem dominar o mundo.

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